BRDE repassa R$ 525 milhões em créditos na atual safra e projeta R$ 600 milhões para 2021/22

Os repasses do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) pelo Plano Safra 2020/2021 somaram R$ 525 milhões, o que representa 15% a mais que montante inicialmente previsto, de R$ 460 milhões. Com este resultado, o projeto de 2021/2022 começa com a meta inicial de R$ 600 milhões de créditos repassados à safra paranaense.

“Os empreendedores rurais têm focado grande parte dos investimentos em projetos para adoção de novas tecnologias e sustentabilidade, mostrando o alto nível da agricultura e pecuária que praticam e seu compromisso com o meio ambiente e com as futuras gerações”, diz o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley. “Em sintonia com esta particularidade, o BRDE disponibiliza para nesta nova safra mais recursos para a inovação e para a sustentabilidade”.

Dos R$ 525 milhões do ano-safra que se encerrou, R$ 415 milhões foram em programas do governo federal e mais R$ 110 milhões em outros programas.

Entre os federais, foram destinados créditos para adoção de tecnologias agropecuárias sustentáveis, inovação tecnológica, modernização e expansão da produtividade, aquisição de tratores, colheitadeiras e máquinas agrícolas para pulverização e adubação, irrigação e estruturas de produção em ambiente protegido, construção, ampliação e modernização de armazéns, desenvolvimento cooperativo e Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Foram R$ 69 milhões destinados à região Central do Paraná; R$ 134 milhões ao Norte; R$ 180 milhões ao Oeste e R$ 26 milhões ao Sul; além de R$ 116 milhões ao Mato Grosso do Sul, que também recebe recursos da agência paranaense do BRDE quando o empreendedor é do Sul ou quando o empreendimento traz retornos para esta região do País.

Para este ano, o BRDE estima contratar R$ 600 milhões em investimentos rurais nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, áreas de atuação da agência do Paraná. “Além disto, o BRDE como agente credenciado no programa Banco do Agricultor do Paraná, vai atender a região com recursos do crédito agrícola com juros equalizados, contando com a participação dos nossos parceiros, as cooperativas de crédito Sicredi e Cresol”, afirma Bley.

PANDEMIA  O diretor lembra que o agronegócio é um setor muito forte e resiliente do Brasil, e ainda mais na região Sul. “Na pandemia não tem sido diferente. Continua produzindo alimentos, divisas, empregos, oportunidades e agregando valor aos produtos primários com os investimentos realizados, mesmo diante dos desafios”, destaca o diretor.

“Os empreendedores rurais têm focado grande parte dos investimentos em projetos para adoção de novas tecnologias e sustentabilidade, mostrando ao Estado, ao país e ao mundo o alto nível da agricultura e pecuária que praticam e seu compromisso com o meio ambiente e com as futuras gerações”, completa Bley. “Em sintonia com esta particularidade, o BRDE disponibiliza para nesta nova safra mais recursos para a inovação e para a sustentabilidade”.

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