Faciap reitera seu posicionamento contra o Lockdown

O aumento da contaminação pelo coronavírus no Estado tem colocado em alerta autoridades sanitárias e o poder público, que buscam alternativas mais eficazes para conter a Covid-19. Neste cenário, a Faciap, entidade que representa mais de 300 associações comerciais no Estado, reitera seu posicionamento contrário ao fechamento do comércio e diz não ao lockdown.

Em ofício reencaminhado nesta quinta-feira, 13/05/2021, ao secretário da Saúde, Beto Preto, a Faciap explica os motivos pelos quais é contra o lockdown e sugere medidas de enfrentamento.

O escalonamento do horário de funcionamento dos setores da economia para evitar medidas drásticas, como o Lockdown, é uma das alternativas apontadas pela Faciap. Esta prática visa reduzir a aglomeração de pessoas em transportes coletivos nos horários de pico, como início e encerramento de jornadas.

“Faciap entende que medidas drásticas, como o Lockdown, terá um efeito avassalador na economia e, consequentemente, na sociedade: vai gerar ainda mais desemprego e reduzir a renda das famílias. E o setor produtivo precisa continuar funcionando”, afirma o presidente da Faciap, Fernando Moraes, ao destacar que o setor produtivo vem trabalhando com responsabilidade, segurança e não é foco de contaminação.

A Faciap defende também:

– A imunização da população continua sendo uma medida emergencial e deve ser tratada como prioridade.

– Cabe ao governo federal atuar com mais eficiência e agilidade para que a vacinação chegue o mais rápido possível a todos.

– Os empresários não podem pagar pela irresponsabilidade de parte da população que insiste em ignorar as medidas de prevenção.

– Este ônus não deve cair sobre quem luta para preservar a vida e trabalhar com segurança.

– O governo precisa desenvolver uma comunicação eficaz com a população pedindo para não relaxar e, além disso, tomar todos os cuidados sugeridos pelas autoridades de saúde.

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