Participação feminina no meio científico é destaque em Palotina

Dias antes do mundo todo lembrar da figura feminina através do Dia Internacional da Mulher a ser comemorado em 8 de março, segunda-feira próxima, Palotina destaca a importância destas através da ciência.

A aluna Hélen Natiane de Lima Zeferino, do 3º ano do curso de Ciências Exatas da Universidade Federal do Paraná, por exemplo, aos 21 anos, foi premiada no Prêmio “Viva Seu Sonho” que oferece recursos para mulheres melhorarem sua educação, habilidades e perspectivas de emprego.

Outra conquista bastante importante é da aluna Maria Clara Helfenstein, do 1º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Padre Anchieta, de Assis Chateaubriand, que com 15 anos conquistou uma vaga no “Programa Ganhando o Mundo”, com uma viagem para a Nova Zelândia. Maria Clara participou no ano passado do projeto “Meninas na Ciência”, da UFPR.

Uma das idealizadoras do projeto que começou a mostrar a importância da mulher no meio científico em Palotina é a professora Mara Fernanda Parisoto, professora de Física, e ela explica que o projeto “Rocket Girls: Meninas na Astronomia e na Astronáutica” visa incentivar meninas a gostarem e ingressarem em áreas prioritariamente masculinas como a Física e a Computação. O projeto possui dois lemas “Lugar de Mulher é onde ela quiser” e “Conhecimento só é conhecimento quando compartilhado”, e neste dia 08 de março, o projeto comemora 3 anos, formando centenas de pessoas de escolas de Palotina e região e de ambientes de ensino não formais, como a APAE e a Casa Lar.

Professora Alda Fontoura Rossetto é outra docente ativa no projeto e diz que participar do projeto abriu para ela um leque de possibilidades na carreira como educadora. “Conheci pessoas, meninas e mulheres sensacionais, que se dedicam na pesquisa e elaboração do conhecimento científico. A proposta é continuar oportunizando nossas mulheres e meninas na busca por seus ideais e uma posição de destaque na sociedade. O Projeto Meninas nas Ciências nos oferece essa oportunidade de mostrar que podemos sim ser mães, esposas, donas de casa e muito mais o que quisermos ser”

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